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Conversas sobre o Livro de Urântia
 
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 48 Determinantes de Caracteristicas - Explicação.

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Vicente E

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Mensagens : 21
Data de inscrição : 22/10/2012
Localização : Jundiaí

MensagemAssunto: 48 Determinantes de Caracteristicas - Explicação.   9/8/2013, 12:51

Ola,

Acredito que a explicação abaixo, vai sanar as dúvidas de todos.

Fraternalmente:

Vicente.


48 Determinantes de Características vs. 46 Cromossomos (*397)

(por Kermit Anderson- Scientific Symposium I 1988)
“ Em Urantia existem quarenta e oito unidades de controle de modelos
originais- determinantes de características- nas células sexuais da
reprodução humana.”

Em uma leitura superficial isto poderia ser interpretado como estando
em conflito com a ciência moderna se você assume que os determinantes
de características aos quais eles recorrem são o que nós chamamos
cromossomos. Nós sabemos conclusivamente que o número de cromossomos
nas células humanas é quarenta e seis. Ainda em exame adicional da
pergunta, fica claro que os autores do Livro de Urantia escolheram sua
terminologia cuidadosamente. Conforme suas restrições relativas à
antecipação de descobertas científicas, eles nos deram a verdade sem
subverter “verdades” aceitas na época. Para explicar isto, me deixe
recontar brevemente a sucessão de eventos em duas linhas convergentes
de descoberta científica. A primeira é a descoberta e determinação do
número de cromossomos em células humanas. Em segundo a descoberta da
natureza e estrutura química do material genético responsável pela
transmissão das características herdadas, o DNA (ácido
desoxirribonucleico).
Primeiro vamos olhar atrás na citação original. O uso do termo
“determinantes de características” parece sugerir que a palavra
cromossomo poderia ser substituída. O termo cromossomo só é usado uma
vez no livro na página 857, “ Estes circuitos vitais fizeram com que
os cromossomos do modelo especializado de Urantia se reorganizassem
mais ao estilo dos modelos inerentes...”. O fato de que eles não
usaram isto aqui e de que conheciam o termo, é merecedor de nota.
(Porque que os reveladores usam a palavra “cromossomo” na pág. 857 mas
se referem a quarenta e oito unidades de “controle de modelos
originais” na pág. 397? Obviamente o termo “cromossomo” era conhecido
deles.—Ken Glasziou)

Datas de Significado no Estudo dos Cromossomos:

1882- Cromossomos foram vistos pela primeira vez em células humanas
por Flemming.
1923- Painter anunciou o número de cromossomos em células humanas como
48 (24 pares).
1956- Tijo & Levan estabelecem o número de cromossomos em células
humanas como 46 (23 pares)
Cromossomos são conhecidos por carregarem o material genético
(substância de determinantes de características), ou genes. Os genes
são conhecidos por serem fitas de DNA. Vamos olhar alguns breves
marcos na história do DNA.
Datas do Significado no Estudo do DNA:

1869- Meischer extrai o “núcleo” (DNA) de células vivas.
1944- Avery, McLeod e McCarthy identificam o DNA como o “princípio
transformante” em pnemococos tipo III (o material genético).
1953- Watson e Crick descobrem a estrutura química do DNA.
1960 até o presente- Elucidação do código genético e ação do gene.

Na descoberta da estrutura do DNA, pistas importantes foram
consideradas. Sua habilidade em fazer cópias de si mesmo e levar
informação codificada que direciona a produção de substâncias, como
proteínas, foi explicada pela natureza dupla da molécula de DNA e a
natureza dos blocos de construção chamados nucleotídeos, que compõem a
grande molécula de DNA. Sem deteriorar em uma conferência de
bioquímica avançada, por favor aceite que uma única molécula de DNA
está realmente composta de duas fitas, cada uma é capaz de carregar um
único código de informação para a determinação de características
genéticas específicas. Assim, uma molécula de DNA na verdade
representa duas características que determinam estruturas.
Agora, de volta aos cromossomos. Os cromossomos em células não-sexuais
humanas acontecem em 23 pares (46 cromossomos). Mulheres têm 22 pares
de cromossomos, chamados autossomos, mais um par especial que são
importantes na determinação do gênero, os cromossomos X. Homens tem os
mesmos 22 pares de autossomos, mas seus cromossomos da determinação do
gênero consistem em um X (como os das fêmeas) e um pequeno cromossomo
chamado Y. No processo da reprodução, células especiais são produzidas
em homens e mulheres.
Homens produzem espermatozóides e mulheres produzem células ovo. A
maquiagem cromossômica nestas células são interessantes. Cada célula
sexual de cada pai contém somente um membro de cada par de
cromossomos. Então, nas células ovo há 22 autossomos mais um
cromossomo X. Há dois tipos de espermatozóides, cada tipo leva 22
autossomos mais um cromossomo determinante do gênero, X ou Y.

Resumo:
Agora nós estamos a ponto de juntar tudo isto. Mais um pouco de
informação precisa ser esclarecida. Um cromossomo contém uma molécula
de DNA. Há 24 cromossomos diferentes em humanos. Os 22 autossomos, o X
e o Y. Se cada cromossomo contém uma molécula de DNA que já dissemos
que representa 2 determinantes de características, então nós temos: 24
cromossomos diferentes com 2 determinantes de características por
cromossomo = 48 determinantes de características em células sexuais da
reprodução humana. O fato é que não estão em uma única célula sexual.
Mas existem 48 determinantes de característica nas células sexuais de
reprodução humana. Se na frase do Livro de Urantia acima substituirmos
o termo “unidades de controle de modelos originais” por “unidades
determinantes do DNA” veremos que o mistério foi decifrado, afinal, os
DNA’s não são as unidades de controle de modelos originais? Acaso não
seria mais simples terem colocado logo o termo cromossomo?
Note que o número de cromossomos em humanos aceitos em 1935 era 48. O
papel do DNA como determinante de características era ainda
desconhecido. Os autores puderam nos apresentar com informação que era
consistente com a verdade científica aceita na época na qual apareceu
e também permaneceu consistente na luz de descobertas científicas
novas.


Em 5 de março de 2010 22:37, roberto vieira de paula <so...@unb.br> escreveu:
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